Nova Era

"Conhecereis a verdade, e ela vos libertará!"

2 de fevereiro de 2012

A Verdade Sobre o Sistema Financeiro Mundial



Uma sociedade sem dinheiro vivo e os microchips são parte de uma ferramenta fundamental no controle da existência humana: o sistema financeiro mundial.
Pergunte às pessoas porque elas não estão dizendo ou fazendo o que realmente acreditam ser o correto e a resposta será medo. E uma das principais expressões desse medo é a necessidade de ganhar dinheiro para sobreviver. Essa é a idéia: se você pode inflar artificialmente o custo das necessidades básicas como comida, moradia e vestuário, você pode pressionar as pessoas a servir o seu sistema. Quanto menos você precisa ganhar, mais escolhas você tem para viver a vida como achar melhor. E quanto mais você precisa, menos escolhas você tem.
Essa fraude é fundada na maior de todas as trapaças: o pagamento de juros sobre um dinheiro que não existe. O fato de que nós, como um todo, toleramos isso, revela muito sobre a escala da clonagem mental coletiva que tem se espalhado neste planeta. 
Os bancos controlados pela Elite estão emprestando legalmente (como de costume), dez mil dólares para cada mil que eles realmente possuem. É como se você possuísse cem dólares, mas emprestasse mil para os seus amigos e cobrasse juros por isso. Se cada um dos seus amigos exigisse dinheiro vivo, você não poderia fazer essa fraude funcionar, mas os bancos não têm esse problema porque a maioria das suas transações não envolve dinheiro vivo. Eles trabalham principalmente com "dinheiro" teórico: cheques e cartões de crédito. Se todo mundo fosse ao banco ao mesmo tempo para pedir o seu dinheiro de volta, os bancos acabariam falidos muitas vezes porque eles estão emprestando uma quantia muito maior do que eles têm depositado. Apenas uma fração do dinheiro que os bancos “emprestam” existe fisicamente. 
A maioria das pessoas acredita que os bancos emprestam só o dinheiro que os clientes depositaram neles. Isso simplesmente não é verdade. O que os bancos emprestam é, em efeito... Nada. Quando você vai a um banco para fazer um empréstimo, sua conta é “creditada” com aquela quantia. Tudo que o banco fez foi digitar a quantia do seu empréstimo, digamos R$ 10.000, em um computador. Se o banco estivesse lhe emprestando o dinheiro dos clientes dele, as suas contas teriam que ser reduzidas em R$ 10.000 para permitir que você tivesse o empréstimo. Mas não são. Elas permanecem da mesma forma. Então, de onde apareceu essa misteriosa quantia de R$ 10,000? 
Seu “empréstimo”, como com todo “empréstimo”, é conjurado do nada. São apenas figuras em uma tela de computador! E, a partir desse momento, você começa a pagar juros sobre um dinheiro inexistente. Mais que isso, este “dinheiro” fantasma é até mesmo registrado nas contas do banco como um “ativo”, e isto permite fazer ainda mais empréstimos do mesmo tipo. 
A cada empréstimo, o prestatário fica em débito e os ativos oficiais do banco aumentam, apesar de nenhuma nova moeda ter sido cunhada e de nenhuma nova nota ter sido impressa. Tudo isso é uma ilusão. O que os bancos fazem é a atividade criminal mais lucrativa e mais destrutiva do planeta. Pessoas que cultivam comida e produzem o necessário para a vida estão mergulhados em dívidas, e freqüentemente são empurrados à falência por pessoas que não fazem nada além de digitar figuras em uma tela de computador e cobrar juros por elas. 
Quantias fantásticas de “dinheiro” estão em circulação em forma de cheques e créditos de vários tipos, mas menos que dez por cento estão na forma de moedas e notas. Mais de noventa por cento dessas quantias não existe. O sistema está maciçamente falido e ele só sobrevive porque as pessoas são condicionadas a aceitar cheques e cartões de crédito como “dinheiro” quando, na realidade, eles não são nada além de dados em um programa de computação sem nada para justificar esses dados. 
Por mais que seja estarrecedor, esta é a forma como a vasta maioria do “dinheiro” é posto em circulação - não por governos imprimindo dinheiro vivo, mas através de bancos privados emprestando dinheiro que não existe e cobrando juros por isso. Principalmente através de crédito. Isto significa que a maior parte do “dinheiro” usado para ser trocado por bens e serviços já é criado como uma dívida. 
Nós ouvimos que inflação é causada por governos que imprimem muito dinheiro. Isso não é verdade. Os governos não imprimem o bastante! Noventa por cento do “dinheiro” posto em circulação é “criado” na forma de débito pela rede bancária privada controlada pela Elite Global. Isso é totalmente insano, e é por isso que a montanha de dívidas aumenta a cada minuto. 
Um "boom" econômico (quando a produção e o consumo aumentam), simplesmente leva a mais empréstimos pelos bancos para aumentar ainda mais o consumo. Assim, nos "bons tempos" da economia, a quantidade do débito sobe a quantias colossais e isso eventualmente conduz aos tempos ruins, conhecido como depressão. Como os bancos têm o controle sobre a criação do “dinheiro” através dos empréstimos, eles decidem se vai haver um boom econômico ou uma depressão aumentando ou diminuindo a quantia de “dinheiro” que eles emprestam às pessoas. A diferença entre crescimento e depressão é só a quantia de dinheiro vivo ou crédito disponível para fazer compras. E como o sistema bancário é controlado pela Elite Global, esse minúsculo grupo exclusivo tem o controle sobre a economia de cada país e sobre as decisões dos "líderes" políticos e econômicos que, ou não entendem como o sistema bancário e a criação de dinheiro realmente funcionam (a maioria), ou estão trabalhando conscientemente com os que controlam o sistema. 
Por causa desse passe de mágica, as dívidas das pessoas, dos negócios, e dos países alcançaram a terra do nunca, e a necessidade de pagar os juros é refletida no dinheiro que nós pagamos na forma de impostos, pela comida, pela vestimenta, por abrigo e etc. O Governo britânico gasta muito mais com juros por ano do que com educação e uma vez que você perceba como o sistema funciona, já não é mais surpreendente que os Estados Unidos estejam com uma dívida de trilhões e trilhões de dólares. 
Olhe para o que acontece somente em uma transação. Digamos que o governo dos EUA queira pedir emprestado um bilhão de dólares para cobrir uma pequena queda na arrecadação. Ele emite uma nota do Tesouro ou fatura, um IOU em outras palavras, e a entrega ao Federal Reserve, um cartel de bancos privados controlados pela Elite Global. Os banqueiros então “criam” um bilhão de dólares a um custo desprezível para eles. A partir desse momento, os bancos começam a cobrar juros do governo (do povo) sobre um bilhão de dólares. E não é só isso, o pedaço de papel, o IOU, é contado agora como um “ativo” dos bancos e aparece nas contas deles como se eles na verdade possuíssem um bilhão de dólares em seus cofres. Isto significa que eles podem emprestar outros dez bilhões de dólares (no mínimo) de um “crédito” inexistente para outros clientes! 
Todo mundo envolvido em um processo de produção seja ele o fornecedor de materiais, o produtor, a companhia de transporte, a loja, etc... Todos estão acrescentando um extra aos seus preços para cobrir a necessidade de pagar os juros do dinheiro não-existente que eles tomaram "emprestado". Até que você compre um produto na loja, o seu preço estará maciçamente inflacionado se comparado com o que ele precisa ser, porque cada fase do processo está pagando juros sobre um dinheiro que não existe. Nós estamos comprando três casas pelo direito de viver em uma porque dois terços do dinheiro (às vezes mais) que nós pagamos em uma hipoteca é somente para pagar os juros. Se você pegar um empréstimo de £50.000 para comprar uma casa com o Banco Nacional deWestminster da Inglaterra, você pagará de volta £152.000. Você comprará três casas para viver em uma. No folheto em que se explicava isso, eles tiveram a coragem de dizer: "Banco Nacional de Westminster - nós estamos aqui para tornar a vida mais fácil”. Muitíssimo obrigado, eu realmente não sei como agradecer. 
Por toda parte as pessoas estão fazendo coisas que não têm nenhum desejo de fazer porque elas precisam pagar juros sobre um dinheiro que não existe. A Dívida do Terceiro Mundo, que está crucificando bilhões de pessoas dia após dia, deriva predominantemente de um dinheiro que não existe, nunca existiu, e nunca existirá. E nós ainda aceitamos isso! 
É um truque, uma trapaça. Não é necessário. Ele está lá para nos controlar. É por isso que o sistema foi criado em primeiro lugar. 
Apesar da óbvia insanidade deste roubo legalizado, nossas mentes ainda estão condicionadas a acreditar que cobrar juros é essencial e que sem isso a economia mundial desmoronaria. Não é bem assim. A ditadura bancária global orquestrada pela Elite Global é que desmoronaria, e isso seria fantástico. Mas as pessoas que estão escravizadas pelo pagamento de juros sobre um dinheiro que não existe, defendem o sistema e dizem que ele deve continuar! Hei! Guarda da prisão. Não ouse abrir essa porta. Você me ouviu? 
O sistema de pagamento de juros não é uma proteção contra sofrimento econômico. Na verdade, ele é quem cria pobreza e desigualdade e permite a acumulação do poder global. 
Diga-me uma coisa: o que aconteceria se, em vez de pedir emprestado um dinheiro inexistente à rede de bancos privados, nossos governos imprimissem o seu próprio dinheiro livre de juros e o emprestasse às pessoas também livre de juros, com talvez uma taxa bem pequena só para cobrir os custos da administração? Nós não seríamos mais capazes de comprar tudo o que precisamos? É claro que seríamos, e muito mais facilmente porque o custo de tudo seria menor. O custo de uma hipoteca cairia em dois terços se você não tivesse que pagar juros. Os sem-teto poderiam ser abrigados e nós não teríamos a visão grotesca de pessoas dormindo nas ruas porque não podem juntar bastantes pedaços de papel ou figuras não-existentes de computador para pagar por um abrigo adequado. 
O dinheiro se tornaria o que foi planejado para ser: um meio de troca de contribuições para a comunidade, o qual suaviza as limitações da permuta. Somente com a introdução dos juros é que o dinheiro se torna um veículo para o controle, o qual é usado com um efeito devastador nos dias de hoje. 
Ninguém ganha com o pagamento de juros, exceto os bancos da Elite Global. Ninguém perderia se o sistema fosse mudado, com exceção da rede bancária e daqueles que usam o dinheiro para ganhar mais dinheiro sem qualquer contribuição produtiva para o mundo. Os bancos, que têm saqueado e abusado da humanidade por tanto tempo, viriam abaixo e o papel dos sucessores deles seria construtivo, ao invés de destrutivo. 
O falecimento do sistema de cobrança de juros pelos bancos é realmente tão terrível? Eu estou saltando de alegria só de pensar nisso. Não há nenhuma razão para que nós não possamos ter dinheiro livre de juros. Só está faltando vontade porque os políticos que poderiam por um fim nisso são controlados e manipulados pelas mesmas pessoas que possuem o sistema bancário global, o qual brande o seu poder nas vidas das pessoas exigindo que elas paguem juros sobre um dinheiro que não existe. Olhe para os “diferentes” partidos políticos em seu país. Quanto deles estão propondo terminar com a cobrança de juros se forem eleitos? 
Nenhum? Obrigado. E agora você sabe por que. 
Dois presidentes dos Estados Unidos propuseram imprimir dinheiro livre de juros e começaram a fazer isso de uma maneira gradativa. Um era Abraham Lincoln e o outro era John F Kennedy. O Que mais eles têm em comum? Ah! É claro, ambos foram assassinados. 
Uma importante pergunta que deve ser feita constantemente é: “quem se beneficia?” 
Sempre que um político, economista, líder de igreja, jornalista, ou qualquer um está nós dizendo o que pensar, vale a pena fazer a pergunta: quem se beneficia se eu acreditar no que estão me pedindo para acreditar? A resposta invariavelmente o conduz para a real razão de você está sendo alimentado com essa linha de “pensamento". 
Por exemplo: quem se beneficia se as pessoas acreditam que “milícias de extrema direita” estavam por trás do atentado à bomba em Oklahoma? 
Resposta: Aqueles que desejam desacreditar as declarações das milícias sobre a Conspiração Global e aqueles que desejam justificar a introdução de leis mais autoritárias dentro dos Estados Unidos e, como o Presidente Clinton colocou 24 horas após o atentado: “um abrandamento nas restrições ao envolvimento das forças armadas na execução da lei doméstica”.

Crise Civilizatória, Mudança De Paradigma Cultural e Projetacional


A crise brasileira, nos diversos aspectos que têm sido discutidos neste fórum, não pode ser dissociada da crise civilizatória que, hoje, assola todo o mundo, em especial no que se refere à mudança de paradigma cultural responsável por ela, que nos remete ao tema do painel de hoje.

Creio que poucos questionarão a percepção de estarmos envolvidos numa profunda crise da Civilização, uma crise marcada por um processo que podemos qualificar como a "desumanização da Humanidade", com a retirada do ser humano do centro do processo de organização da sociedade e da economia, em favor de entidades abstratas como o "mercado" ou o "meio ambiente", artificialmente dotadas de direito próprio. Para ilustrar essa "desumanização", vejamos alguns exemplos pinçados de manchetes recentes da imprensa brasileira.

N’O Globo de 24 de junho, podemos ler: "Lavrador é preso por raspar casca de árvore." A notícia se refere à prisão de um lavrador goiano de 55 anos, analfabeto, que foi mantido encarcerado por sete dias pelo terrível e inafiançável crime de ter sido apanhado em flagrante raspando a casca de uma árvore conhecida como almesca, dentro de uma área de preservação ambiental, para fazer um chá para sua mulher, que tem a Doença de Chagas. Aqui, temos uma demonstração do conceito do biocentrismo, tão caro aos radicais do ambientalismo, que pretende rebaixar o ser humano e seus direitos inalienáveis ao progresso e ao bem-estar, derivados de sua condição de constituído à imagem e semelhança do Criador, ao nível dos demais seres vivos. Lamentavelmente, tal distorção, que está no cerne do movimento ambientalista, está fortalecendo a sua posição nas políticas públicas e nas relações internacionais.

No Jornal do Brasil de 21 de maio, temos esta manchete: "Dinheiro vale mais que bom caráter." Trata-se de uma pesquisa feita entre alunos da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro, sobre os valores mais prezados por eles. Entre cerca de 1.000 estudantes que responderam à pesquisa, o dinheiro foi o item mais votado, com quase 400 votos, mais do dobro do segundo colocado, o emprego, e quatro vezes mais que o amor, com apenas 95 votos. O altruísmo recebeu apenas três votos e o patriotismo, apenas um. Os valores materiais em geral receberam quase quatro vezes mais votos que os valores morais. Sendo a PUC-RJ um dos principais centros de formação das elites brasileiras, por aí podemos avaliar o estado de espírito dos nossos futuros líderes.

Mas, a que para mim é a mais emblemática dos nossos tempos é esta manchete da Folha de S. Paulo de 3 de junho: "Mercados comemoram alta do desemprego" - que se refere ao anúncio que o aumento da taxa de desemprego nos EUA implicaria numa retração ainda maior da economia estadunidense. Com isto, a taxa de inflação se manteria baixa e a Reserva Federal (o banco central privado dos EUA) não precisaria aumentar a sua taxa de juros, prejudicando o consumo e novos investimentos. A retórica do "economês" não esconde a evidência de estarmos diante de uma total inversão do processo econômico, no qual o ser humano e o seu bem-estar e progresso passam a subordinar-se aos caprichos do sistema financeiro, e não o oposto. Afinal, etimologicamente, economia significa "organização da casa" - casa de quem? Evidentemente, do homem.

Outro exemplo igualmente chocante é o relatório sobre "Desastres Mundiais de 1999", recentemente divulgado pela Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, o qual afirma que a grande maioria das 13 milhões de mortes decorrentes de doenças infecciosas, ocorridas no ano passado, poderiam ter sido evitadas com um investimento de apenas cinco dólares per capita. Ou seja, estamos falando de 65 milhões de dólares, quantia irrisória diante dos dois ou três trilhões de dólares que circulam diariamente nos mercados financeiros especulativos, ou uma reles gorjeta de qualquer um dos múltiplos escândalos financeiros em que o nosso Brasil tem sido pródigo.

Diante dessas e numerosas outras evidências, com as quais deparamos no nosso cotidiano, dificilmente os historiadores do futuro escaparão à conclusão de que o final do século XX foi marcado por uma das maiores crises da História da Humanidade, uma crise que ameaça mergulhar-nos numa nova idade de trevas, que poderá fazer empalidecer a de meados do século XIV, que resultou na Peste Negra e na eliminação de mais de um terço da população da Europa. A diferença é que, naquela época, a Humanidade não dispunha de conhecimento e meios para, por exemplo, deter uma epidemia de peste bubônica como a da Peste Negra. Hoje, ao contrário, pela primeira vez na História, temos condições materiais de solucionar praticamente todos os grandes problemas que têm acompanhado a Humanidade em sua evolução - a fome, as doenças epidêmicas, a pobreza e a miséria. O próprio Banco Mundial, no seu relatório de 1998 sobre o desenvolvimento mundial, admite que com investimentos anuais da ordem de 100 bilhões de dólares, seria possível erradicar a pobreza e a miséria de todo o planeta. Ora, apenas o Brasil irá gastar este ano dois terços desta quantia com o serviço de sua dívida interna e externa - quer dizer, em lugar de combater a pobreza, aplacamos o apetite voraz da usura financeira.

Existem também estudos sérios indicando que em menos de uma geração, seria possível proporcionar a cada habitante do planeta, em uma população maior que a atual - que é da ordem de seis bilhões de pessoas -, um padrão de vida pelo menos igual ao de um cidadão estadunidense de meados da década de 60 - que era bem superior ao atual. Se isto não ocorre, não é pela escassez de recursos naturais, humanos ou financeiros, ou por causa da "fragilidade" do meio ambiente, mas da escassez de vontade política entre os poderes hegemônicos e as classes dominantes na maioria dos países do planeta.

Ainda assim, essa perspectiva otimista era o sentimento que dominava as classes educadas e grande parte das elites dirigentes no período do pós-guerra. Este foi um período de grande otimismo, que alguns autores, como a pesquisadora Carmem Soriano Puig, chamam a "revolução das expectativas crescentes". Este otimismo não se baseava apenas em fatores subjetivos, mas tinha um fundamento real: o período decorrido aproximadamente entre 1950 e 1973 foi o de maior crescimento do PIB per capita mundial em toda a História da Humanidade. Observando-se os dados compilados pelo economista estadunidense Angus Maddison, atualmente na Universidade de Gröningen, na Holanda, considerado uma das maiores autoridades mundiais em estatísticas econômicas históricas, podemos ver que a taxa média anual de crescimento mundial do PIB per capita nesse período foi de 2,9%, mais do triplo dos 0,9% registrados entre 1913 e 1950 - que atravessou duas guerras mundiais e a depressão dos anos 30 - e quase duas vezes e meia os 1,3% registrados desde 1973.

Este desempenho foi em grande parte proporcionado pelo bom funcionamento do sistema monetário de Bretton Woods, estabelecido ao final da II Guerra Mundial e que, apesar das suas imperfeições, propiciou uma base estável de referência para a economia mundial, com taxas de câmbio fixas entre as moedas dos diversos países, que eram fixadas em relação ao dólar dos EUA, que, por sua vez, era fixado em relação ao ouro, o que dava um "lastro" físico para as economias, ao contrário da especulação desenfreada que ocorre hoje em dia. Adiante, veremos que o desmantelamento desse sistema foi uma das causas principais da desordem econômica que enfrentamos agora.

Juntamente com a recuperação econômica da reconstrução do pós-guerra, havia entre a sociedade em geral o que se pode chamar um grande "otimismo tecnológico", ensejado por conquistas da ciência e da tecnologia, como a corrida espacial entre os EUA e a URSS, as perspectivas de utilização pacífica da energia nuclear, a "Revolução Verde" e as conquistas da medicina. Este foi também o período influenciado pelas Décadas de Desenvolvimento das Nações Unidas e pela promulgação da Doutrina Social da Igreja Católica, cujo marco foi a encíclica Populorum Progressio.

Diante disso, é preciso perguntar: como tudo isso foi revertido? Como regredimos de um crescimento recordista e de um quadro de otimismo para um cenário de depressão, para um quadro geral de um grande pessimismo cultural, em que as perspectivas de um futuro melhor se vêem completamente ofuscadas pela desalentadora perspectiva da luta pela mera sobrevivência, em meio a um cotidiano abrumador?

A resposta é: por meio de uma gigantesca operação de "engenharia social", que os seus próprios planejadores chamam uma "mudança de paradigma cultural", artificialmente induzida entre as classes educadas da sociedade de quase todo o mundo a partir de meados da década de 60.

Antes de falar nessa "mudança de paradigma cultural", quero advertir-lhes que, quando tocamos neste assunto, muitas pessoas - algumas desinformadas, outras céticas e outras mal-intencionadas - costumam desqualificar as constatações dele resultantes como frutos de uma crença numa "teoria conspiratória da História".

Bem, isto não é teoria, é a História se desenrolando diante de nós. Embora os historiadores e pesquisadores acadêmicos costumem abordar o assunto com a máxima reserva, com medo do patrulhamento e de parecerem ridículos, o fato é que os grupos hegemônicos, as oligarquias, têm manejado os fios condutores da sociedade desde tempos imemoriais, sem que precisemos acreditar em balelas como a mítica conspiração judaico-maçônica internacional. Mas vejamos um exemplo, referente ao Brasil.

Observem essa declaração da Sra. Adele S. Simmons, presidenta da Fundação MacArthur, que é a quinta maior fundação oligárquica dos EUA. Como se sabe, cada grande família de "sangue azul" nos EUA tem uma fundação, que serve não apenas para fins de evasão de impostos (o banco Chase Manhattan não é da família Rockefeller, mas da Fundação Rockefeller), mas também para finalidades de "engenharia social", por intermédio do financiamento de organizações e indivíduos, inclusive na academia, que desempenhem atividades relevantes para os seus propósitos hegemônicos. Mas vejamos o que disse dona Adele Simmons, numa entrevista às Páginas Amarelas da revista Veja de 10 de julho de 1995:

"Há vinte anos, quando a Fundação Ford decidiu investir em um centro de estudos acadêmicos - o CEBRAP -, idealizado na época por um sociólogo chamado Fernando Henrique Cardoso, a situação política brasileira não era particularmente sólida. Foi feita uma aposta em um grupo que, vinte anos atrás, parecia ter o perfil de uma futura liderança. Deu certo."

Aqui, cabe perguntar: deu certo para quem? Pois vejamos agora o que disse o nosso presidente numa entrevista à Folha de S. Paulo de 13 de outubro de 1996:

"Indiscutivelmente, o regime está rearticulando o sistema produtivo do Brasil. Portanto, ele está dando possibilidade a que os setores mais avançados do capitalismo tenham prevalência... Nesse sentido, ele é socialmente progressista... Não é das classes médias burocráticas, nem das classes médias que ficaram desligadas desses dois processos - a modernização produtiva e da universalização dos bens sociais. (Por favor, não riam!) Não é dos corporativistas, não é do setor burocrático anterior. Mas também não vou dizer que seja dos excluídos, porque não tem condição de ser. Aspiraria a poder incorporar mais, mas não posso dizer que seja."

Como vêem, o próprio presidente admite que seu Governo privilegia "os setores mais avançados do capitalismo", que são exatamente aqueles que dona Adelia Simmons representa. Aqui, é preciso dizer que isso não significa que o nosso presidente receba diariamente um fax com instruções sobre a maneira de privilegiar esses setores. A coisa é um pouco mais sutil.

Talvez, todos já tenham ouvido falar de uma organização chamada Diálogo Interamericano. O Diálogo foi fundado em 1982, depois da Guerra das Malvinas, como um centro de planejamento estratégico e propaganda política da oligarquia anglo-americana para o Hemisfério Ocidental. Ele reúne cerca de 100 personalidades políticas, acadêmicas, da mídia e de outros setores relevantes, de quase todos os países americanos, inclusive do Brasil.

Eles se reúnem anualmente, para discutir uma agenda de "interesses comuns" aos países do Hemisfério, que, posteriormente, não por coincidência, se transformam em políticas de Governo nos países dos membros do Diálogo. Entre outras: a política neoliberal de abertura econômica desenfreada; a defesa da legalização do uso das drogas entorpecentes; a politização dos problemas do meio ambiente; e a desestabilização das Forças Armadas ibero-americanas, sob o pretexto da sua subordinação ao poder civil.

Entre os membros do Diálogo, encontramos vários personagens que foram ou são chefes de Estado ou candidatos a chefes de Estado. Entre eles, destacamos: Raúl Alfonsín, da Argentina; Julio Sanguinetti, do Uruguai; Gonzalo Sanchez de Lozada, da Bolívia; e o nosso Fernando Henrique Cardoso.

Aliás, Fernando Henrique é membro fundador, levado ao Diálogo por Peter Bell, que é diretor do grupo desde a fundação. Não por coincidência, Peter Bell era o representante da Fundação Ford no Brasil quando a Fundação financiou a criação do CEBRAP. Segundo o falecido professor Florestan Fernandes, foram 700.000 dólares - o que, em 1969, era um bocado de dinheiro.

Entre os membros brasileiros do Diálogo Interamericano, encontramos outras figuras conhecidas, como o Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, que está lá desde 1990, e o Sr. Ciro Gomes, que lá esteve entre 1994 e 1998.

Então, temos um quadro interessante no qual, nas últimas eleições presidenciais brasileiras, os três candidatos mais votados eram membros do Diálogo Interamericano. Ou seja, as oligarquias fizeram aqui um jogo triplo, para garantir os seus interesses por todas as pontas. Como vêem, assim caminha a Humanidade.

Vejamos agora como estão estruturados esses "candidatos a donos do mundo". O filho do presidente dos EUA Franklin Roosevelt, Elliott Roosevelt, que foi oficial da Força Aérea na II Guerra Mundial e acompanhou o pai em quase todas as conferências internacionais de que ele participou durante a guerra, escreveu um livro muito interessante, chamado Como meu pai os via, que existe em português. Nele, ele chamava essa gente de os "inimigos do progresso". É o que são: inimigos do progresso humano, adeptos do oligarquismo, que é uma visão do mundo intrinsecamente egoísta, contrária ao republicanismo dos Estados nacionais soberanos.

Quem são eles? São um conglomerado de famílias oligárquicas da Europa - principalmente do Reino Unido - e da América do Norte, reunido em torno da liderança da Casa de Windsor, a família real britânica. Entre eles, eles se autodenominam o "Clube das Ilhas", que é uma denominação formal, que não se encontra na lista telefônica de Londres. O nome é uma homenagem ao rei inglês Eduardo VII, filho da rainha Vitória, que reinou entre 1901 e 1910 e em cujo reinado se consolidou a articulação dos dois principais ramos dessa oligarquia internacional, o britânico e o estadunidense.

Esses grupos oligárquicos atuam por meio de várias instituições de planejamento estratégico e "engenharia social". Mais ou menos hierarquicamente, temos as seguintes:

1) O Grupo Bilderberg, fundado em 1954, cujos encontros anuais reúnem a nata da nata dessa oligarquia internacional - apenas representantes da Europa e da América do Norte. Para que tenham uma idéia do seu poderio, foi numa reunião do grupo, realizada na Suécia em maio de 1973, que foi decidido o aumento de 300% nos preços internacionais do petróleo, cinco meses antes da Guerra dos Seis Dias, que foi o pretexto oficial para o aumento decretado pelos países membros da OPEP.

2) O Instituto Real de Assuntos Internacionais de Londres (RIIA) e sua contraparte americana, o Conselho de Relações Exteriores de Nova York (CFR), que representam as oligarquias britânica e norte-americana, ambos fundados no início da década de 20.

3) A conhecida Comissão Trilateral, fundada em 1973 por iniciativa da família Rockefeller, para atrair para os centros decisórios representantes das elites do Japão, cujo poderio econômico não podia mais ser ignorado pelos planejadores da oligarquia internacional.

4) Num quarto escalão, temos o Diálogo Interamericano, que discutimos há pouco. Esta é praticamente a única organização desse tipo que tem "cucarachos" latino-americanos entre os seus membros. Já vimos alguns deles.

5) Outras organizações relevantes são os chamados think-tanks, como a Rand Corporation; o Instituto Hudson, do gordo Herman Kahn - aquele dos "Grandes Lagos Amazônicos"; o Clube de Roma, criado para difundir a ideologia dos "limites ao crescimento"; o Instituto Tavistock de Londres, que é o principal centro de guerra psicológica e "engenharia social" dessa oligarquia; e as fundações, como a Ford, Rockefeller, MacArthur e outras, cujo papel já discutimos.

Essa oligarquia exerce um controle direto sobre:

1) O Banco da Inglaterra, o Sistema da Reserva Federal dos EUA, que são os dois principais "bancos centrais independentes" do mundo, e o BIS, o Banco de Compensações Internacionais de Basiléia, considerado o "banco central dos bancos centrais". Vale ressaltar que o Banco da Inglaterra e a Reserva Federal são entidades privadas controladas por consórcios de bancos privados; de "Federal", a Reserva só tem mesmo o nome.

2) As principais organizações do sistema das Nações Unidas: o Fundo Monetário Internacional, o Banco Mundial, a Organização Mundial de Comércio, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento etc. Este controle é exercido em grande medida pela nomeação de pessoal imbuído dos propósitos dessa oligarquia para os postos-chave das organizações, sejam representantes diretos ou prepostos especialmente treinados.
3) As principais casas bancárias, financeiras e seguradoras da Europa e da América do Norte.

4) Uma série de escritórios jurídicos selecionados.

5) Os grandes cartéis de alimentos, matérias-primas e energia.

6) Os grandes cartéis internacionais de mídia.

7) Alguns conglomerados industriais selecionados.

8) E um instrumento importantíssimo: o aparato internacional das ONGs, cujo papel nessa estratégia hegemônica é cada vez maior.

Finalmente, esses grupos oligárquicos atuam em estreita cooperação com os serviços de inteligência da Inglaterra e dos EUA.

Como foi que esses grupos efetivaram a "mudança de paradigma cultural?” Basicamente, pela implementação de diretrizes políticas que seguiam três linhas de ação:

- a reversão da idéia de progresso como uma "vocação natural" da Humanidade;

- a supressão da idéia do republicanismo, o conceito do Estado nacional como responsável pela promoção do bem-estar e do progresso e de que este objetivo deve ser o cerne da formulação das políticas públicas; e

- a promoção em grande escala do irracionalismo, do individualismo e do hedonismo.

Fundamentalmente, as diretrizes elaboradas foram as seguintes:

1) O desmantelamento do sistema de Bretton Woods, que abriu caminho para o que podemos chamar a "financeirização" da economia mundial. Isto ocorreu a partir de 1971, quando alguns "notáveis" da oligarquia conseguiram convencer o presidente dos EUA Richard Nixon a acabar com a paridade entre o dólar e o ouro, o que acabou com as referências monetárias e o "lastro físico" da economia, abrindo caminho para as "taxas de câmbio flutuantes", a desregulamentação do sistema financeiro e a onda de jogatina financeira especulativa que caracteriza hoje a economia mundial. Para que tenham uma idéia, de cada 100 dólares de transações monetárias em todo o mundo, menos de 50 centavos têm relação com o comércio de bens e serviços que configura a economia real. O resto é pura especulação. Apenas em derivativos financeiros, que são os instrumentos especulativos mais delirantes e surrealistas, existem circulando no mundo mais de 300 trilhões de dólares, quando o PIB combinado de todos os países do mundo mal chega a 40 trilhões de dólares. Algo está errado com essa economia, não acham?

Essa é a essência da chamada "globalização", a especulação financeira transformada num fim em si própria, praticamente desvinculada da economia real à qual deveria servir o sistema financeiro. É o cassino financeiro global, de que fala o Prêmio Nobel de Economia francês Maurice Allais. É a supremacia deliberada da especulação sobre a produção. Para reverter este processo, será preciso a convocação de uma "nova conferência de Bretton Woods", como propõe o economista Lyndon LaRouche, apoiado por um número cada vez maior de personalidades internacionais, com a reformulação do atual sistema financeiro e monetário mundial e a sua colocação a serviço de um projeto de reconstrução econômica em escala global, baseado em grandes programas de infra-estrutura, como a Ponte Terrestre Eurasiática, encabeçada pelo Governo da China.

2) A promoção da "sociedade pós-industrial", a falaciosa idéia da supremacia dos serviços sobre a produção física, o mito da "sociedade da informação", da "Terceira Onda" de Alvin Toffler. Atualmente, essa é a essência da chamada "Nova Economia", caracterizada pelas flutuações loucas do índice da "bolsa eletrônica" Nasdaq, que viraram destaque diário dos nossos telejornais. Observem uma manifestação desse irracionalismo econômico, nesta matéria publicada na revista Carta Capital (15/10/97):

"O dinheiro cai do céu. Em tempos de incerteza global, investidores e empresários utilizam cada vez mais os préstimos da astrologia financeira."

Imaginem só, astrologia financeira! Pobres dos profissionais que perdem tempo estudando os múltiplos fatores relevantes para a economia real. E saibam que sandices como essas não se limitam ao Brasil. Em países como a Alemanha, muitas empresas também contratam astrólogos como "consultores".

Outro exemplo é esta notícia do Jornal do Comércio de 5 de março de 1996, que fala na criação dos "bônus-terremoto" pelo banco Morgan Stanley. "Quem arriscar e comprar um papel com prazo de 10 anos poderá receber o prêmio de volta se, no primeiro período de quatro anos, o terremoto não acontecer." Foram emitidos 2,8 bilhões de dólares dessas coisas. O que é isso? Surrealismo puro! Apostas de cassino! Não tem nada a ver com um processo econômico saudável.

Esses são sintomas de uma economia que perdeu totalmente o contato com a realidade.

3) A promoção da "contracultura", baseada na disseminação do uso das drogas entorpecentes, como o LSD, a maconha e, depois, a cocaína, a heroína e, mais recentemente, o crack; na popularização internacional do rock, que era uma variedade musical pouco expressiva nos EUA; e na chamada "revolução sexual". Juntamente com isto, tivemos uma distorção do conceito de família, que passou a significar a união de quaisquer pessoas, independentemente do sexo. Imaginem, a possibilidade de que uma criança tenha "dois pais", ou "duas mães". Não vejam nisto nenhuma manifestação de intolerância contra homossexuais, mas admitir que dois deles ou delas possam constituir uma família normal é uma violação de algo que anda meio fora de moda, chamado lei natural.

Outra vertente da "contracultura" foi a onda de irracionalismo conhecida como "Nova Era", baseada na exploração do misticismo, principalmente envolvendo religiões orientais.

4) Um elemento cada vez mais importante desse processo é a politização do malthusianismo e de sua variante mais recente, o ambientalismo, que são talvez os principais responsáveis pela disseminação da percepção equivocada de que os benefícios da civilização industrial não podem ser estendidos a todos os povos e países do planeta, devido à "escassez de recursos naturais" e à "fragilidade" do meio ambiente. O ambientalismo se presta a uma série de propósitos antidesenvolvimentistas, sendo o principal deles incutir nas mentes das pessoas desprevenidas a falsa noção de que o progresso da Civilização deve subordinar-se a critérios de "proteção da natureza" definidos muito mais com base em fatores políticos do que científicos. A grande maioria dos chamados "problemas ambientais" que estão justificando a implementação de uma série de ações antidesenvolvimentistas, inclusive tratados internacionais altamente restritivos dos planos de desenvolvimento da maioria dos países, como o chamado "buraco" na camada de ozônio ou o aquecimento global, são fenômenos naturais que ocorrem há milhões de anos sem qualquer interferência humana.

Um exemplo é o chamado aquecimento global, que está sendo manipulado para justificar a adoção da chamada Convenção Quadro de Mudanças Climáticas, que prevê a redução das emissões dos gases provenientes da queima de combustíveis fósseis, até 2010, aos níveis vigentes em 1990. Como os combustíveis fósseis representam três quartos da produção mundial de energia, pode-se imaginar o impacto que essa redução causará nos perfis mundiais de consumo energético e desenvolvimento econômico, que depende fundamentalmente da disponibilidade de energia. Pode-se perceber facilmente que o que se pretende é o que o falecido embaixador João Augusto de Araújo Castro chamava o "congelamento do poder mundial", ou seja, o congelamento dos níveis de desenvolvimento do planeta nos níveis atuais, cujas desigualdade e injustiça social dispensam maiores comentários. Evidentemente, isso não tem nada a ver com a realidade científica, pois já houve muitos períodos do passado geológico da Terra, até recente, dentro da fase de existência da espécie humana, em que a temperatura atmosférica foi mais alta que a atual, sem que a indústria humana tivesse qualquer coisa a ver com isto.

A criação do movimento ambientalista internacional foi um dos mais bem sucedidos resultados desse processo de "engenharia social" das oligarquias transnacionais, que o controla de alto a baixo, por intermédio do aparato internacional das ONGs, que elas próprias financiam e, em muitos casos, criaram.

5) Nenhuma dessas iniciativas teria sido bem sucedida se não fosse pela instituição de uma série de "reformas educacionais", igualmente planejada por aqueles grupos hegemônicos, que resultou no abandono dos currículos de conteúdo clássico e sua substituição por currículos supostamente "profissionalizantes", principalmente no ensino médio. Essas "reformas" foram inicialmente planejadas no âmbito da OCDE, a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico, foram adotadas nos EUA e daí se espalharam pelo mundo. O resultado final foram sistemas educacionais que nem formavam cidadãos com uma visão ampla da sociedade e do mundo, e nem preparavam profissionais qualificados. E este problema só tende a se agravar se não houver uma retomada dos currículos clássicos, pois como se pode imaginar que, com as rápidas mudanças da base científico-tecnológica da economia que podemos prever para as próximas décadas, como se espera ser possível formar profissionais para profissões que talvez não existam mais daqui a 10 anos, ou que ainda não existem hoje? Um currículo clássico é a única maneira de preparar cidadãos aptos a se beneficiar de um processo de educação permanente, que parece ser a tendência do futuro próximo.

Embora, como eu disse, esse erro tenha sido cometido em quase todo o mundo, a adoção acrítica dessas "reformas" no Brasil, com os chamados acordos MEC-USAID, foi um dos maiores erros dos governos militares, cujas conseqüências estamos pagando ainda hoje.

No ano passado, o Movimento de Solidariedade Ibero-americana publicou um livro chamado A educação clássica para um novo Renascimento, no qual nós propomos um grande debate em torno desses assuntos.

Aqui, vejamos outra evidência de que não estamos discutindo "teorias conspiratórias". Na verdade, essa gente é tão segura de seus propósitos e de sua impunidade que não costuma ocultar as suas intenções. Vejam o que diz o Dr. Alexander King, fundador do Clube de Roma e um dos principais idealizadores das "reformas educacionais", numa entrevista à revista Executive Intelligence Review de 23 de junho de 1981:

"O Clube de Roma se originou de um sentimento de que o crescimento pelo crescimento não era uma boa coisa... O que foi discutido foi a questão da inquietação educacional, a questão da necessidade de profundas reformas educacionais para tornar a juventude mais sintonizada com o que estava acontecendo, mais sintonizada com as realidades da sociedade. As discussões levantaram a questão da destruição ambiental, a questão da alienação do indivíduo, rejeição da autoridade e outros temas do gênero. Tudo isso surgiu ao mesmo tempo... Nós inventamos toda a questão das reformas curriculares, tentando ensinar matemática, química etc., de novas maneiras. Nós éramos o único grupo que começou a ver a educação em termos do seu impacto econômico... A grosso modo, nossa política era a de que deveríamos estar pelo menos cinco anos à frente do pensamento dos Estados nacionais. Entretanto, nunca deveríamos parecer estar mais do que dois anos à frente."

Como vêem, a "conspiração" é aberta, como dizia H.G. Wells.

6) Finalmente, temos o planejamento e a instituição de uma série de estruturas de um "governo mundial", que esses grupos pretendem colocar no lugar dos Estados nacionais soberanos e suas instituições.

Entre essas estruturas, destaca-se a iniciativa de criação de uma legislação internacional, em torno de temas de grande impacto psicológico, como o desarmamento e a não-proliferação de armas de destruição em massa, o meio ambiente, a proteção dos "direitos humanos", o combate à corrupção e, mais recentemente, a promoção da "democracia". Todos devem estar cientes, por exemplo, que o ex-ministro da Justiça José Carlos Dias, às vésperas de deixar o ministério, assinou um convênio com a ONG Transparência Internacional para que ela fiscalize a lisura de licitações públicas do Governo brasileiro e das próximas eleições municipais. Ora, essas são funções precípuas de um Estado nacional soberano, que não tem motivos para transferi-las a uma entidade supranacional, não-eleita e que não representa minimamente os interesses da cidadania brasileira. Além disto, se formos ver quem está por trás dela, encontraremos a mesma máfia que está por trás do ambientalismo: a Transparência é ligada às redes do príncipe Philip e o seu pessoal foi recrutado entre ex-funcionários do Banco Mundial e do FMI. Isto não é "teoria conspiratória".

Aliás, a introdução das ONGs como agentes políticos, em substituição às instituições do Estado nacional é uma parte fundamental desse processo. Não nos esqueçamos de que o nosso presidente da República costuma chamar as ONGs de "organizações neogovernamentais", em lugar de "não-governamentais". A "convocação" da Transparência se insere neste contexto. O mesmo acontece com a participação ativa do Movimento Viva Rio na elaboração da nova política de segurança do País, a chamada "segurança cidadã", que alegadamente deve substituir a antiga "segurança nacional", considerada um conceito ultrapassado dos governos militares.

Aqui também se insere a falaciosa sugestão de que o fim da Guerra Fria justificaria um processo amplo de "desmilitarização", de redução dos efetivos das Forças Armadas da maioria dos países, principalmente os subdesenvolvidos. Evidentemente, aí não se incluem as forças da OTAN, que cada vez mais vai assumindo o papel de uma "gendarmeria internacional" automobilizável, que não responde nem mesmo ao Conselho de Segurança da ONU, como vimos na recente guerra contra a Iugoslávia. Ontem, foram a Iugoslávia, o Sudão e o Iraque, que, aliás, continua sendo alvo de contínuos ataques aéreos por parte dos EUA e da Inglaterra. Amanhã, talvez o alvo possamos ser nós, sob um pretexto qualquer - por exemplo, não estarmos protegendo adequadamente a Floresta Amazônica ou minorias indígenas.

Um mito particularmente pernicioso é o do "fim da História", que, sintomaticamente, foi criado por um funcionário do Departamento de Estado dos EUA, Francis Fukuyama (que, aliás, está ficando rico com ele, pois lhe pagam 20.000 dólares por conferência para propagandear essa idiotice). Trata-se da tese de que a chamada democracia liberal seria o ponto final da evolução histórica da Humanidade. Ora, para que alguém admita isto é preciso ser um completo ignorante em História. A História jamais acabará enquanto seus agentes, os seres humanos, continuarem lutando pelo direito ao bem-estar e ao progresso, e ainda estamos muito longe de proporcionar estes direitos a pelo menos uma maioria significativa da Humanidade. Portanto, estamos muito distantes de qualquer "fim da História".

Vamos agora para a parte final dessa nossa conversa, que, aliás, é a mais importante, pois trata do que fazer frente a desse quadro tenebroso.

A maioria das pessoas, quando começa a analisar o atual cenário mundial, desanima da possibilidade de se reverter esse quadro de decomposição civilizatória, pois acha que os "donos do mundo" são muito poderosos para serem enfrentados com sucesso. Esta é uma falsa percepção, pois, por mais poderosos que sejam, eles não podem contrariar as leis universais permanentemente. Isto é o que queria dizer Abraham Lincoln, quando afirmou que "pode-se enganar todos por algum tempo e alguns por todo o tempo, mas não se pode enganar todos por todo o tempo". Assim, a pergunta relevante não é "se" podemos reverter essa crise, mas "como" fazê-lo, ou seja, como reverter a "mudança de paradigma cultural" imposta pelas oligarquias transnacionais. Isto, porque a inevitável derrocada dos inimigos do progresso não implica na vitória automática dos defensores da Civilização; será preciso que estes tenham preparado um plano de ação para colocar em prática na hora certa.

Os chineses, na sua sabedoria multimilenar, qualificam a idéia de "crise" com uma combinação de dois ideogramas: um significa "risco", e o outro, "oportunidade". Portanto, o que temos que fazer é transformar o risco de uma nova idade de trevas na oportunidade de um novo Renascimento, que possibilite uma retomada das expectativas que foram abandonadas anteriormente.

Para concretizar essa oportunidade, será imprescindível a emergência de uma nova elite, consciente e determinada a retomar, promover e implementar aqueles princípios civilizatórios abandonados. E quando falo de elite, não me refiro propriamente aos que têm maior poder econômico ou político, ou mesmo influência intelectual. Hoje, mais do que nunca, o cidadão de elite é aquele cujas preocupações e ações transcendem o seu universo pessoal e familiar, e se dispõe a atuar em prol da comunidade e até da Humanidade. Ou seja, nós teremos que formar essa nova elite. Cada um de nós deve tornar-se um apóstolo, ou melhor, um guerrilheiro em defesa daqueles princípios civilizatórios. Digo guerrilheiro, porque os inimigos do progresso dificilmente podem ser enfrentados frente a frente; para isso, geralmente, é preciso empregar manobras de flanco e ações de guerrilha. Reuniões como essa são exemplos de ações como as que necessitamos para criar a necessária conscientização e, quem sabe, também a determinação.

Talvez, o melhor antídoto para essa derrocada civilizatória que estamos discutindo seja a retomada de um conceito que atualmente anda meio fora de moda, o de um projeto nacional, considerado obsoleto nestes tempos de "globalização". Um projeto nacional é exatamente o que necessitamos para promover e consolidar uma retomada da idéia de progresso e do princípio republicano, e o Brasil é um dos países que tem melhores condições para isto, podendo até mesmo influenciar outros países nesta empreitada.

Um projeto nacional não é uma excrescência ou um exercício acadêmico, como sugerem alguns "globalistas" deslumbrados. Todos os países do mundo que atingiram um nível significativo de desenvolvimento o fizeram com base em projetos nacionais bem definidos e implementados por suas elites dirigentes.

E como se estrutura um projeto nacional? Independentemente dos seus detalhes específicos, um projeto nacional se baseia em três diretrizes fundamentais:

1) Harmonia de interesses entre os setores representativos da sociedade.

2) Igualdade de oportunidades para que todos possam exercer uma verdadeira cidadania.

3) Solidariedade para com os retardatários do processo. Este é um ponto crucial, no qual é fatal qualquer concessão a conceitos falaciosos como o de "excluídos", tão citado pelo nosso presidente para justificar a sua falta de compromisso com o combate à pobreza e à miséria no nosso País.

Nesse esforço em prol da Civilização, vale lembrar que nenhuma contribuição é desimportante. Cada um de nós pode dar uma contribuição relevante, por menor que possa parecer. Eu sempre gosto de recordar uma frase do jurista e escritor inglês Edmund Burke, que dizia que o maior erro foi cometido por aquele que nada fez, pois achava que apenas podia fazer muito pouco. Ninguém pode saber se um de nós poderá aportar a contribuição que irá deflagrar o efeito de "massa crítica" da conscientização necessária.

Antes de encerrar, quero dizer-lhes que nós do Movimento de Solidariedade Ibero-americana temos estado na linha de frente dessa luta pela Civilização há algum tempo, e os convidamos a juntar-se a nós. Temos várias publicações, como um jornal quinzenal e livros, nos quais apresentamos o contexto estratégico global em suas diversas facetas, além de propostas concretas para a superação dessa crise. Eu os convido a conhecê-las e a ajudar-nos nessa luta.

O Jogo INWO - "Illuminati: A Nova Ordem Mundial"


O ocultista praticante de magia branca David Icke , tirou as cartas mais relevantes dentre as cem cartas que esse jogo contém; Icke selecionou essas cartas por que contam com um significado muito grande a história dos Illuminati para produzir as guerras, o pânico e as epidemias necessárias para produzir o Anticristo. Esse jogo estava em seu estágio inicial em 1990 e foi finalmente lançado em 1995, obtendo um grande sucesso de vendas. Como o próprio Steve Jackson diz em seu site: "Em 1994, ele adaptou o antigo Illuminati para ingressar no negócio da troca de cartas. INWO (Illuminati: New World Order) tornou-se o maior sucesso da empresa, e rendeu-lhe seu primerio milhão de dólares." Na verdade, o INWO ganhou o Prêmio Origins de 1995 como o Melhor Jogo de Cartas.
Com essas datas em mente, vamos agora colocar algumas cartas pertinentes em ordem, para avaliá-las, demonstrando como contam perfeita e meticulosamente o plano dos Illuminati para produzir o Anticristo. Você verá agora diversos fatores:
  • Os Illuminati produziram um plano que cumpre exatamente a profecia Bíblica.
  • As duas últimas cartas mostradas estão em sua sequência corrreta, ou seja, na sequência em que David Icke as apresentou.
"Carta Reescrevendo a História" - Jesus Cristo predisse que haveria uma tremenda enganação no fim dos tempos. Ele advertiu:
  • "Acautelai-vos, que ninguém vos engane." [Mateus 24:4]
  • "E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos." [Mateus 24:11]
  • "Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos." [Mateus 24:24]
Os Illuminati perceberam que teriam de enganar a população inteira se tivessem esperança de atingir a tão desejada Nova Ordem Mundial. Eles então observaram que as Escolas Públicas estavam formando alunos que liam e que sabiam se expressar muito bem. Esses alunos geralmente desconfiavam do Grande Governo e da autoridade governamental. Estava claro que os Illuminati tinham de obter o controle do sistema da Escola Pública desde de seu alicerce até o topo, para que pudessem ter alguma esperança de instituir um governo unificado que servisse ao Cristo Maçônico da Nova Era.
Já em 1911, os Illuminati começaram a adquirir as editoras que publicavam os livros didáticos, até serem os donos de tudo depois da Primeira Guerra Mundial. Uma vez que obtiveram o controle dos livros didáticos, gradualmente começaram a "imbecilizar" o currículo e a reescrever a história. Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, os alunos das Escolas Públicas, recebem uma educação de qualidade cada vez menor. Hoje, academicamente falando, o nível da população é inferior; politicamente, é um rebanho de carneiros, e religiosamente, é ignorante sobre a verdade de Jesus Cristo. (poucos conhecem a Palavra de Deus)
David Icke está correto em selecionar essa carta e mostrá-la em primeiro lugar. Reescrever a história foi o primeiro passo para alcançar a Nova Ordem Mundial.
"Carta Ataque Terrorista" - Esta carta é uma das mais chocantes de todas, especialmente à luz do fato que esse jogo chegou às lojas especializadas em 1995! Como Steve Jackson podia saber que as Torres Gêmeas do World Trade Center seriam atacadas? De fato, a carta reproduz precisamente o ataque ao World Trade Center em grande detalhe. Essa carta reproduz vários fatos de 11/9/2001 - uma carta criada em 1995! A gravura mostra claramente:
  • Que uma torre seria destruída primeiro; a gravura reproduz exatamente o momento entre o ataque à primeira e à segunda torre.
  • A carta reproduz exatamente que o local do impacto é uma certa distância do topo das Torres Gêmeas. O avião atingiu a primeira torre nessa mesma área, aproximadamente. Como Steve Jackson podia saber isso?
  • A carta reproduz com exatidão a liderança dos Illuminati, mostrando um dos seus símbolos, pois no lado esquerdo da figura aparece uma pirâmide com o olho-que-tudo-vê no centro.
  • A legenda no alto corretamente identifica os perpetradores do ataque como "terroristas".



"Carta Pentágono" - Quando vi esta carta, imediatamente depois de ter visto a figura das Torres Gêmeas, meu sangue gelou! A menos que alguém tivesse conhecimento prévio do plano dos Illuminati, não haveria nenhuma hipótese de poder criar gravuras em 1995 que reproduzem precisamente o desdobrar dos acontecimentos de 11/9/2001! O Pentágono aparece em chamas; sabemos que, segundo se alega, um avião caiu em uma das alas do Pentágono, que foi quase completamente destruída pelas chamas. Todavia, o restante do Pentágono ficou fora de perigo e suas funções e atividades continuaram sem nenhuma interrupção.

Não é a mesma situação reproduzida na figura? A carta mostra que o fogo está queimando com toda força no centro do jardim interno do Pentágono, mas o restante do prédio está a salvo o suficiente para que suas atividades continuem sem interrupção!

Assim, essas duas cartas mostram literalmente os dois choques de 11 de setembro: contra as Torres Gêmeas primeiro e contra o Pentágono.

Esse tipo de precisão seis anos antes dos ataques só é possível se alguém conhecesse o Plano dos Illuminati com grande detalhe.

"Carta Controle da População" - Mesmo que no alto desta carta esteja escrito, "Controle da População", a cena apresentada mostra claramente as Torres Gêmeas atacadas. Com as Torres Gêmeas sob ataque, e o topo delas escondido pela fumaça preta, o New York Empire State é novamente o edifício mais alto na cidade! Além disso, observe que a fumaça forma a cara de um demônio. Isso é altamente significativo por diversas razões:




















* Durante a filmagem que mostrava as Torres Gêmeas em chamas, várias câmeras captaram o que parecia ser a cara de um demônio na fumaça. Embora muitas pessoas não levaram isso em conta, dizendo ser mera coincidência, dois ex-satanistas declararam que essas imagens mostradas na televisão, que aquelas caras pareciam-se exatamente com os demônios que eles viam nos rituais em que demônios se manisfestavam materialmente nesta dimensão. Cisco Wheeler disse que alguns dos demônios mais poderosos no reino de Satanás eram conhecidos como Demônios do Fogo; eram para esses demônios que os povos antigos - incluindo os israelitas apóstatas - sacrificavam seus filhos a Moloque. O aparecimento da cara desses demônios pode ser a prova daquilo que tenho dito - o ataque às Torre Gemeas do World Trade Center foi um Ritual de Sacrifício de Fogo perpetrado pelos Illuminati.

* Esse ataque às Torres Gêmeas foi também um perfeito Sacrifício Satânico Pelo Fogo. Várias fotos das torres em chamas mostram a cara de demônios. Esse fenômeno não foi uma coincidência acidental.

* O fato de essa carta mostrar a cara de um demônio formado na fumaça das Torres Gêmeas em 1995 demonstra que os Illuminati planejaram fazer das Torres Gêmeas um Sacrifício de Fogo que iria invocar os Demônios do Fogo. Essa carta predisse isso, e os demônios se manifestaram no meio do fogo. Assim como Waco e Oklahoma City foram sacrifícios de fogo, assim também ocorreu com as Torres Gêmeas.
* Esta carta retrata uma conexão simbólica entre o ataque às Torres Gêmeas de New York com o plano global dos Illuminati para efetuar uma mudança dramática na população! Qual possível conexão poderia haver? Essa carta pode estar nos dizendo que os ataques de 11/9/2001 às Torres Gêmeas foi o golpe inicial na campanha de reduzir dramaticamente a população global. Já sabemos que os ataques de 11/9/2001 foi o golpe de partida para iniciar as "dores de parto" finais no estágio que permitirá o aparecimento do Anticristo na cena mundial, quando ele surgirá no meio da fumaça, da poeira e das ruínas da Terceira Guerra Mundial. Bem, essa carta parece dizer que os ataques de 11/9 foram a salva de abertura no estágio final da redução populacional. Já que o objetivo é reduzir a população de forma dramática em quatro bilhões de pessoas, exatamente o nível predito no Apocalipse, não devemos ficar muito surpresos em saber que os julgamentos previstos no Quarto Selo estão agora no horizonte, nas notícias do dia a dia. Quais são esses julgamentos? Apocalipse 6:8:
Carta Desastres Combinados

  • Espada - Guerra, Terceira Guerra Mundial
  • Fome - claramente a caminho
  • Mortandade - literalmente, pode significar pragas, pestilências
  • Feras da terra - literalmente significa "criaturas vivas". Isso pode se referir aos vários agentes patogênicos que estão prestes a serem espalhados pelo mundo, como aconteceu com o virus da AIDS.
"Homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo..." Lucas 21:26
Que tipo dos planejados desastres os Illuminati têm planejado em combinação?
Os ataques terroristas contra os Estados Unidos seriam o início dos terrores planejados para acompanhar a Terceira Guerra Mundial?
Guerras - A Terceira Guerra Mundial consistirá de três guerras:
1) Com o ataque dos Estados Unidos ao Iraque, o Oriente Médio caminha em direção à guerra total.
2) Na Península Coreana, a Coréia do Norte atacará a Coréia do Sul com armas não-convencionais e a China lhe dará apoio, causando uma situação similar à Crise dos Mísseis Cubanos.
3) Ataque Chinês para Conquistar Taiwan.
Se os Estados Unidos atacou o Iraque sem se preocupar com a ONU, porque outros países não poderão fazer a mesma coisa? (a justificação é válida)
A Coréia do Norte está se preparando para a guerra, embora negocie a paz.
A Coréia do Norte já mobilizou seu exército de mais de um milhão de soldados e que 70% dele está nas proximidades da Zona Desmilitarizada! O segundo pavio da Terceira Guerra Mundial poderá ser aceso em bem pouco tempo!
As intenções da China contra Taiwan dispensam comentários. (a China parece aguardar o momento certo para começar a guerra e tomar Taiwan definitivamente)
"A Terceira Guerra Mundial vai acontecer, gostemos ou não...onze de setembro foi apenas o começo..." (Declaração do Assessor do primeiro-ministro israelense Ariel Sharon, em 27/4/2002)
Igualmente neste período deverá acontecer os desastres combinados:
2) Colapso Econômico Mundial (bancos e bolsa de valores)
3) Aumento de doenças contagiosas. (que surgem misteriosamente)

O autor de Nova Era Bill Cooper resume toda essa ameaça de um modo claro e sucinto:
"Você pode imaginar o que acontecerá se Los Angeles for atingida por um terremoto de 9.0 graus na escala Richter, Nova York for destruída por uma bomba atômica plantada por terroristas, a Terceira Guerra Mundial explodir no Oriente Médio, os bancos e as Bolsas de Valores entrarem em colapso, a comida desaparecer dos supermercados, um falso messias se apresentar ao mundo, e tudo isso em um período muito curto? Você pode imaginar? A estrutura de poder mundial pode, e irá, se necessário, fazer algumas ou todas essas coisas acontecerem, como forma de trazer à tona Nova Ordem Mundial." (Behold a Pale Horse, pg 177-8)
Esse jogo "Illuminati: A Nova Ordem Mundial", ou "INWO" é a prova fumegante de que o plano dos Illuminati para produzir o Anticristo era muito bem conhecido em certos círculos já em 1995, quando o jogo foi lançado. Muitos detalhes são apresentados por essas cartas de uma forma precisa demais para ser apenas uma coincidência. O jogo apresenta os eventos de 11/9/2001 com grande acuidade e também revela os eventos planejados do bioterrorismo que estão nos noticiários diariamente.
Se você alguma vez duvidou da existência de uma conspiração global, não pode mais duvidar. Esse jogo demonstra tanto a existência de uma conspiração como seus principais pormenores.







Conclusão

De maneira impressionante, essas cartas específicas demonstram que Steve Jackson conhecia bem o plano dos Illuminati para criar a Nova Ordem Mundial e seu super-homem, o Anticristo. Quando você vir um evento específico de uma dessas cartas, saberá com certeza que esse evento foi realizado pelos Illuminati com o objetivo de derrubar a Antiga Ordem e estabelecer a Nova.
Os Illuminati planejam para causar tanto pânico que a população aceitará qualquer plano que o super-homem deles apresente como uma "solução" para os mesmos desastres que foram criados. Os ataques de 11/9/2001, os desastres naturais planejados, as guerras ao redor do mundo, o colapso econômico e os demais desastres foram todos planejados para derrubar a Antiga Ordem Mundial de modo que ela possa ser substituída pela Nova Ordem Mundial.O mundo está à beira do precipício dos atos finais.

O Plano dos Ataques às Torres Gêmeas e ao Pentágono já era conhecido desde 1995.

O inventor do RPG "INWO - Illuminati: A Nova Ordem Mundial", lançado em 1995, conhecia de antemão os acontecimentos que envolveriam os ataques de 11/9/2001 e os efeitos resultantes. Nove cartas do jogo apresentam detalhes de uma forma precisa demais para ser apenas uma coincidência. O jogo também revela os eventos planejados envolvendo o bioterrorismo, desastres combinados e a anarquia provocada nas grandes cidades, como forma de derrubar a velha ordem estabelecida. Se você alguma vez duvidou da existência de uma conspiração global, não pode duvidar mais.
Em 1990, Steve Jackson, inventor de RPGs, estava planejando seu mais novo jogo, que chamaria de "Illuminati: A Nova Ordem Mundial", ou "INWO", da abreviação em inglês. Jackson estava criando um jogo que iria reproduzir muito de perto o verdadeiro plano dos Illuminati de encaminhar o mundo para a Nova Ordem Mundial - também conhecido como o Reino do Anticristo. Conforme mostraremos, Jackson lançou um jogo de cartas, três das quais predizem os eventos de 11 de setembro, outras três predizem corretamente os acontecimentos que estão adiante de nós no futuro, e duas mostram exatamente os dois últimos acontecimentos que a Bíblia afirma que acontecerão durante as últimas dores de parto que produzirão o Anticristo!
Como Steve Jackson conhecia o plano dos Illuminati tão precisamente? De fato, ele conhecia o plano tão bem que recebeu uma visita de surpresa do Serviço Secreto, que tentou fazer de tudo para tirá-lo de circulação e impedi-lo de lançar o jogo. Como vocês verão nos excertos do relato de Jackson sobre a batida, os agentes federais estavam muito interessados nos seus arquivos intitulados "Illuminist BBS". Leia os relatos de Jackson sobre a batida em http://www.sjgames.com/SS/:
"Na manhã do dia primeiro de março, [1990] sem aviso prévio, uma força dos agentes do Serviço Secreto - acompanhados pela polícia de Austin e por pelo menos um 'perito' civil da companhia telefônica - ocuparam os escritórios da Steve Jackson Games e começaram a examinar os computadores. A residência... do autor de GURPS Cyberpunk, também foi invadida. Muitos equipamentos foram apreendidos, incluindo quatro computadores, duas impressoras a laser, alguns disquetes soltos e considerável quantidade de hardware de computador. Um dos computadores era o que armazenava e rodava o Illuminati BBS."
A empresa, S. J. Games, foi à Justiça e ganhou a ação, mas quase quebrou financeiramente. A investigação se concentrou em uma fraude supostamente cometida pela empresa por causa das atividades de hackers (invasores de sistemas de informática) e o fato de que a empresa promovia um boletim informativo destinado a hackers, intitulado "Prack". Entretanto, tudo isso é tão fraco que não faz o menor sentido; de fato, a acusação fazia tão pouco sentido que o juiz concedeu à Steve Jackson Games 50 mil dólares de indenização, mais 250 mil dólares de honorários advocatícios. Isso é muito dinheiro do contribuinte para pagar por um caso estúpido e sem sentido algum!
No entanto, isso enfatiza o fato que o governo iluminista dos EUA, e o Serviço Secreto, chefiado na época por George Bush (pai) estava preocupado com alguma coisa que a S. J. Games estava prestes a fazer, e formulou um motivo para invadir os escritórios da empresa e apreender seus equipamentos. Depois que você analisar este material, acreditará, assim como nós, que a verdadeira razão pela qual o Serviço Secreto invadiu a S. J. Games foi para tirá-los de circulação, de modo que não lançassem o jogo "Illuminati - A Nova Ordem Mundial" (INWO), já que revelava muito do plano que ainda estava onze anos adiante no tempo. Seja você o juiz.



Quem realmente governa o Mundo? Part 2

Essas organizações "individuais", sejam elas bancos, corporações trans-nacionais, impérios de mídia, OTAN, etc., ajustam-se então em pirâmides até mesmo maiores. assim, por exemplo, você descobre que no topo da pirâmide bancária global, todos os bancos são, no final das contas, controlados pelas mesmas pessoas - os Illuminati. O mesmo com as corporações transnacionais, mídia, e assim por diante. Há uma pirâmide global que cerca as pirâmides dos bancos, dos negócios, da mídia, do exército, da política, e das outras instituições que movem o planeta. No topo desta pirâmide você encontra a elite da Illuminati que orquestra a sua agenda para o controle global através de todas as suas organizações aparentemente desconectadas. 

É por isso que houve um movimento incessante para a centralização do poder global em todas as áreas de nossas vidas, bancos, negócios, mídia, política, o que quer que seja. Isto é orquestrado pelas MESMAS pessoas em conformidade com a MESMA agenda. Você achará uma corrente de artigos neste site que lhe dará um pano de fundo detalhado para esta agenda e há informações infinitas em meus livros que você poderá encomendar do meu website. 

A Illuminati manipula a humanidade pela mente e pelas emoções. Há muitas pessoas e poucos Illuminati para controlá-las fisicamente, exceto em uma escala pequena. Eles têm que manipular o modo que as massas pensam e sentem, assim nós vivemos nossas vidas e vemos o mundo do modo que a Illuminati quer que nós vejamos. Por exemplo, a mais poderosa das técnicas de manipulação é uma que eu chamo Problema-Reação-Solução. Ela funciona assim: 

Você quer introduzir algo que você sabe que as pessoas não vão gostar. Esse algo pode ser mais poder para a polícia, uma erosão adicional de liberdades básicas, até mesmo uma guerra. Você sabe que se você oferecer estas políticas abertamente as pessoas reagirão contra elas. Assim você cria primeiro um PROBLEMA, uma taxa de crime ascendente, mais violência, um atentado terrorista, um colapso do governo, ou você pega uma de suas marionetes, como Saddam Hussein, para ir à guerra. 

Você assegura-se que outra pessoa seja culpada por este problema e não você (que na verdade é quem está por trás de tudo). Assim você cria um "bode expiatório", como eles os chamam na América, um Timothy McVeigh ou um Lee Harvey Oswald. Então, você usa sua mídia para dizer as pessoas o que eles devem pensar sobre seu evento fabricado e quem eles devem culpar por isto. Isto nos traz para o estágio dois, a REAÇÃO das pessoas: "Isso não pode continuar, o que ELES vão fazer sobre isto? 

Então, isto permite que ELES ofereçam abertamente a SOLUÇÃO aos problemas que eles criaram - nova legislação que avança a agenda deles de centralização do poder global ou a erosão de mais liberdades básicas. Esta técnica está sendo usada todo o tempo na mente e nas emoções humanas, não menos com uma corrente de crianças e adultos mente-controlados que enlouquecem com armas ao redor do mundo e imediatamente incitam leis de controle de armas. 

Eu digo isto como alguém que não tem armas e acredita apaixonadamente em não-violência. Mas se nós vamos ser sábios, nós precisamos olhar além de nossas próprias convicções e perceber que a Illuminati está buscando sistematicamente desarmar aqueles que USARIAM armas contra eles. Logo antes de Adolf Hitler começar a encher os campos de concentração ele introduziu a mesma legislação anti-arma que nós estamos vendo hoje no mundo inteiro. 

Nós estamos agora em um momento crucial na história desta agenda. Tantas cartas estão esperando para serem jogadas pela Illuminati nos próximos 12 meses. Nós estamos em uma encruzilhada na história humana. Nós podemos escolher liberdade ou cair sobre o controle de um estado global fascista, uma versão global da Alemanha nazista. 

Isto não tem que acontecer, mas para parar isto muitos traseiros precisam ser removidos de muitas cadeiras. Este website e os meus livros lhe darão o pano de fundo detalhado de tudo isso, com o qual escolhas informadas podem ser feitas. 

O que você leu aqui é uma mera fração do que há para saber e o quadro é de longe maior e mais extraordinário do que este breve esboço pôde detalhar. Olhe em qualquer lugar neste site ou em meus livros e você verá o que eu quero dizer!